A edição desta semana da revista Veja apresenta uma matéria muito interessante sobre a utilização da internet nas campanha eleitoral dos EUA. Já havia escrevido no blog sobre a chamada política 2.0, porém volto a escrever ainda mais convicto da importância da internet neste tipo de ação.

A reportagem cita fases das campanhas que foram guiadas pelo aparecimento e viralização de vídeos no Youtube e da disseminação de vídeos amadores que romperam a faixa dos milhões de visualizações. A associoação dos vídeo e blogs sobre política ampliou o alcance dos canditatos e a visilidade deles por parte da população.

Seguem alguns vídeos:

Barack Obama, com sua campanha eleitoral 2.0 é exemplo a seguir seguido, pois foi e é um sucesso global. Conceitos e ferramentas da chamada web 2.0 foram tão bem empregados que servem de inspiração para diversos nichos.

E no Brasil? Ah! Aqui utilizar o Youtube é “proibido”, blog também, e-mail marketing nem se fala. Será que é por aí que vamos progredir ou tem alguém com muito medo, ou vergonha, de ver um vídeo seu publicado no Youtube e ter que se explicar publicamente?

“Quem não deve, não teme.”

Sou completamente a favor da liberação do uso da internet para campanhas eleitorais e acredito que poucos vão respeitar o parecer técnico do TSE.

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